Jornal São Paulo Zona Sul

Telemedicina será um dos recursos para garantir atendimento nas unidades

Para ampliar a oferta dos serviços municipais de saúde, no âmbito do SUS, a Prefeitura está investindo 200 milhões de dólares para construir e reformar 150 equipamentos entre Hospitais, Unidades de Pronto Atendimento e Unidades Básicas de Saúde.

Mas, se o custo para construir, reformar e equipar é alto, para garantir o funcionamento pode ser ainda mais caro. Haverá funcionários suficientes para todos esses novos equipamentos? E insumos hospitalares, medicamentos? Sem falar no custo de água, luz, limpeza, manutenção…

Em entrevista coletiva essa semana, o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, admitiu que será necessário fazer contratações de pessoal para viabilizar a prometida revolução do projeto Avança Saúde SP.

Mas, ele pondera, a melhoria da gestão, a informatização e outras medidas vão também contribuir para o funcionamento adequado do sistema.

“A prioridade O é implantar o prontuário eletrônico em toda a rede. Ele já existe nas unidades administradas por Organizações Sociais”, disse Edson Aparecido, referindo-se aos hospitais e postos de saúde em que a administração foi repassada a OSs.

Além disso, o secretário diz que os novos equipamentos permitirão diagnósticos mais rápidos e precisos. Haverá ainda investimento em telemedicina – que é o atendimento por médicos à distância, com comunicação com os pacientes viabilizada pela internet.

O secretário de saúde ainda afirmou que outras ações, como a implantação de energia solar em unidades, permitirá economia. “Efetivamente, o custeio cabe à Prefeitura e é preciso melhorar a eficácia e a rapidez termos que controlar”, diz ele.

 

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