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Saúde

Profissionais do Hospital São Paulo recebem primeiras doses da Coronavac

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O Hospital São Paulo, hospital universitário da Unifesp (HSP/HU Unifesp), iniciou nessa quinta, 21, a vacinação contra o coronavírus com a utilização da CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan).

Nesta primeira fase serão vacinados apenas médicos, equipe de enfermagem e fisioterapeutas da instituição que fazem parte do público-alvo prioritário, conforme determinação da Secretaria Municipal da Saúde, e que se cadastraram previamente na página Vacina Já do governo do Estado.

Médicos, equipe de enfermagem e fisioterapeutas que pertençam ao público-alvo estão sendo vacinados. E o primeiro a se imunizar foi o enfermeiro Renan!

Todas as doses vieram de forma gratuita da Secretaria Estadual de Saúde, por intermédio do Sistema Único de Saúde (SUS) e graças ao esforço da direção do HSP/HU/Unifesp, que já solicitou mais doses da vacina ao governo do Estado de São Paulo.

As doses vieram de forma gratuita, por intermédio do SUS e graças ao esforço da direção do HSP/HU/Unifesp, que já solicitou mais doses da vacina ao governo do Estado de São Paulo

Os profissionais que fazem parte desta primeira fase devem se dirigir aos seguintes pontos de vacinação: no andar térreo do Hospital São Paulo, das 10h às 22h, e na Escola Paulista de Enfermagem, das 10h às 18h. A partir de sexta-feira, a vacinação começa às 8h.

Oxford

Vários profissionais de saúde da Unifesp foram também voluntários para a pesquisa da vacina de Oxford – aprovada no último domingo, 17, pela Anvisa, mas ainda não disponível no país para aplicação. A expectativa é de que as doses cheguem ao país, depois de um atraso, nessa sexta, 22, e passem a ser aplicadas já no sábado, 23.

Mas, é importante frisar que quem está recebendo uma dose da vacina Sinovac não poderá tomar o reforço da Oxford, nem vice-versa.

A própria reitora da Unifesp – Soraia Smaili, participou como voluntária dos estudos de Oxford e, essa semana, publicou na internet um relato com sua experiência.

“Embora não saiba ainda se fui vacinada para a Covid-19 ou se participei do grupo controle, pois o estudo é cego e, para manter a isenção, é assim que deve ser, fico feliz em ter dado a minha parcela de contribuição. Felizmente, teremos mais vacinas e o trabalho deve seguir para que elas possam chegar para o maior número de pessoas e pelo SUS, tão breve quanto possível. E para aqueles que perguntarem, responderei com clareza: Tenho medo da Covid-19, não da vacina. A ciência está produzindo respostas e nós poderemos celebrar a vida.

Com informações da Unifesp

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