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Mam tem útero do mundo

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Quem vai visitar a 32a Bienal de Artes de São Paulo pode aproveitar e curtir mais arte no Parque do Ibirapuera, até 18 de dezembro.
No Museu de Arte Moderna (mam), a exposição O útero do mundo reúne cerca de 280 obras pertencentes ao acervo do MAM que mostram a indomabilidade e as metamorfoses do corpo humano.
Com curadoria da escritora e crítica de arte Veronica Stigger, as produções selecionadas – num universo de mais de cinco mil trabalhos da coleção do museu – são de variados suportes como fotografia, pintura, vídeo, gravura, desenho, escultura e performance de mais de 120 artistas que revelam um corpo que não respeita a anatomia e liberto de amarras biológicas e sociais.
Para organizar a mostra, a curadora baseou-se em três conceitos extraídos da obra da escritora Clarice Lispector, dividindo-a nos núcleos Grito ancestral, Montagem humana e Vida primária. “Clarice organizou um pensamento simultâneo da forma artística e do corpo humano como lugares de êxtase e de saída das ideias convencionais, tanto da arte quanto da própria humanidade”, diz Stigger.
São exibidas conjuntamente na exposição obras de artistas celebrados como Lívio Abramo, Cildo Meireles, Vik Muniz, Mira Schendel, Tunga, Adriana Varejão e muitos outros, além de duas performances de autoria de Laura Lima. Na foto acima, uma obra Sem Título de Sandra Cirillo, de 1999, que integra a mostra.
A exposição pode ser visitada até 18 de dezembro, com entrada a R$ 6,00 – gratuito aos domingos, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, também com entrada pelo portão 3 da Av. Pedro Álvares Cabral, Parque Ibirapuera, de terça a domingo e feriados, das 10h às 18h. F: 5085-1140.

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