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História

Instituto Jô Clemente, antiga APAE-SP, completa 60 anos

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APAE SP

O Instituto Jô Clemente, antiga Apae de São Paulo, completou em 4 de abril 60 anos. Fundada em 1961 por um grupo de pais de crianças com deficiência intelectual que acreditavam no potencial de seus filhos, a Instituição fica na Vila Clementino e é uma das principais organizações atuantes em prol da inclusão de pessoas com deficiência intelectual na sociedade.

Para isso, atua em diferentes pilares: prevenção e promoção da saúde, defesa e garantia de direitos, produção e disseminação de conhecimento e promoção da autonomia e do protagonismo das pessoas com deficiência intelectual para que sejam incluídas em todas as esferas sociais, desde o nascimento até o envelhecimento.

“Há 60 anos somos referência na causa da deficiência intelectual, com programas que promovem inclusão social e qualidade de vida às pessoas com deficiência intelectual. Temos muito orgulho da nossa trajetória e da história que temos construído”, diz Daniela Mendes, superintendente geral do Instituto Jô Clemente. “Vivemos tempos difíceis, por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus, que está impondo desafios imensos à nossa Organização, mas continuamos oferecendo apoio com excelência às pessoas com deficiência intelectual e familiares em todos os nossos serviços”, afirma. Em 2020, em razão da pandemia e das medidas de isolamento social, o Instituto Jô Clemente implementou o atendimento remoto na maior parte dos serviços. São usadas plataformas de áudio, vídeo e mensagens, de acordo com a disponibilidade das famílias. O formato ainda está sendo adotado, devido à manutenção da quarentena, conforme as determinações das autoridades sanitárias.

“Ao longo da nossa trajetória, superamos muitos desafios e evoluímos muito, sempre com foco na ampliação dos serviços e na manutenção da excelência que nos tornou referência na causa da deficiência intelectual. Nosso propósito é promover o real protagonismo dessas pessoas, por isso, investimos muito em programas de inclusão social, tanto escolar quanto profissional. Com isso, por meio do nosso Serrviço de Inclusão Profissional, já contribuímos para que mais de 2.800 jovens e adultos com deficiência intelectual e/ou autismo conquistassem espaço no mercado de trabalho em cerca de 50 empresas e órgãos públicos em São Paulo. Somente em 2020, apesar da pandemia, inserimos 345 jovens e adultos no mundo do trabalho”, orgulha-se Daniela.

Serviços

Atualmente, o Instituto Jô Clemente atende em média 20 mil pessoas com deficiência intelectual e familiares por ano em 12 pontos de atendimento localizados em diversas regiões da capital. Em 2020, foram 19.069 pessoas.  Entre os serviços oferecidos estão:

– Teste do Pezinho Ampliado,

– Ambulatório de Triagem Neonatal,

– Ambulatório de Diagnóstico,

– Estimulação e Habilitação, Atendimento Educacional Especializado (na perspectiva da educação inclusiva),

– Psicopedagogia, Inclusão Profissional e Longevidade, Defesa e Garantia de Direitos, Jurídico Social, prevenção e apoio a situações de violência ou violação de direitos.

A Organização faz, também, a gestão do Centro de Apoio Técnico da 1ª Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência, por meio de parceria com a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo.

“Todos os serviços são fundamentais para a pessoa com deficiência e a demanda é grande. No nosso Ambulatório de Triagem Neonatal, por exemplo, realizamos 15.100 consultas no ano passado, um número bastante significativo”, comenta Daniela.

Os serviços oferecidos pelo Instituto às pessoas com deficiência se iniciam na primeira infância, quando as crianças não atingem os marcos esperados do desenvolvimento infantil.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 5080-7000 ou pelo site: http://www.ijc.org.br

 

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