Jornal São Paulo Zona Sul

Cidade ganhará 150 mil novas papeleiras espalhadas pelas ruas

Nos próximos três anos, 150 mil novas papeleiras serão instaladas por toda a cidade. Atualmente, já existem 104 mil unidades distribuidas pelas vias públicas, o que significa que a quantidade vai mais do que dobrar. A instalação das novas papeleiras faz parte do novo contrato que a Prefeitura estabeleceu com empresas de zeladoria, em junho passado. São essas empresas as responsáveis por varrição, instalação de lixeiras, retirada de entulho, limpeza de bueiro, operação de ecopontos, pátios de compostagem etc.

Atualmente a cidade conta com dois modelos de papeleiras, um é a versão Tulipa, que é feita de aço carbono com banho de aço galvanizado fixado ao chão; e o modelo Robocop (Iron) de cor verde que ficam afixadas aos postes, possuem giro de 360°, facilitando ainda mais o trabalho da coleta dos resíduos. Em 2018 foram coletados aproximadamente 77.4 mil toneladas de resíduos dos serviços de varrição – que inclui os resíduos recolhidos das papeleiras.

Esse trabalho é realizado por mais de 11 mil funcionários em 7.800 quilômetros de vias da cidade com 1.089 veículos dos serviços indivisíveis de limpeza urbana. Ao todo são coletadas diariamente oito mil toneladas de resíduos de varrição, entulho, feira, papeleiras e saúde.

Vale destacar que, em casos de vandalismo a infração prevista no “INCISO VII”, do art. 1°, da lei 10.328/1.987, a Amlurb pode autuar o cidadão que danifica ou destrói, no topo ou em parte, cercas, tampas de bueiros, abrigos, muros, marcos ou quaisquer outros bens e equipamentos urbanos do município, no valor de R$325,66. Estima-se que, em média, sejam destruídas mais de 40 mil papeleiras por ano.

Varrição

Desde junho, a cidade de São Paulo conta com uma nova divisão para a zeladoria do município. A disposição vigente é formada por seis áreas e seis consórcios vencedores da última licitação efetuada.
A Prefeitura estima que, durante os três anos de contrato, a economia global será de R$ 684 milhões em relação ao contrato anterior – R$ 19 milhões por mês.

Com o início dos novos consórcios, automaticamente os contratos emergenciais de varrição foram encerrados. Além da economia de recursos públicos, cerca de 22% ao mês, a Prefeitura de São Paulo fez adequações e ajustes no edital a fim de propor melhorias na execução dos serviços de limpeza urbana. Foram incluídas, por exemplo, a destinação final dos resíduos, triagem e tratamento adequado aos recicláveis. Com essa mudança, as empresas passam a enviar os resíduos às cooperativas e às centrais mecanizadas.

Nos próximos meses os agentes de limpeza receberão um novo uniforme que passarão por uma modernização, com mais refletivos, modelo feminino e a mudança de cor, do tradicional verde para o laranja. Os caminhões também passarão por uma reformulação de layout.

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