A gestão é a mesma, os rumos são os mesmos, a equipe, ainda que tenha havido uma “troca de cadeiras”, a mesma.  que venceu as eleições em outubro de 2016. Durante a entrevista coletiva após sua posse como prefeito de São Paulo, Bruno Covas fazia questão de ressaltar que o plano de governo se mantém, na cidade.

Por outro lado, confessa o desejo de deixar uma marca diferente ao final de seu mandato. “Meu desejo é trabalhar pelo social. Educação, saúde, assistência social, enfim, trabalhar mais o lado social da cidade”, disse ao ser questionado sobre como gostaria de ser lembrado no futuro. Covas levou o filho de 12 anos, Tomás, tanto à coletiva de despedida de Doria quanto naquela em que anunciou seu secretariado.

Covas ocupará o cargo de prefeito por mais tempo que João Doria . Embora eleito em primeiro turno, Doria renunciou ao cargo para poder disputar o governo do Estado de São Paulo, pelo PSDB (veja também matéria à página 5 desta edição).

O chefe de gabinete Wilson Pedrosa também deixou o cargo e foi substituído por Sérgio Avelleda, que ocupava a Secretaria de Transportes e Mobilidade, até então.

Para a Secretaria das Prefeituras Regionais, que antes era ocupada por Cláudio Carvalho, foi nomeado Marcos Penido, antes titular da Secretaria de Serviços e Obras.

Por enquanto, não houve alterações no comando das Prefeituras Regionais. Saiu apenas o Regional de Pinheiros, Paulo Mathias, que também deve disputar cargo eletivo em outubro.

Covas nomeou Vitor Aly, para o lugar de Penido. Aly era presidente da SPObras, que passa a ser comandada por Maurício Brun Bucker.

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