Ecourbis
Volta às aulas pode ser momento sustentável
No início do ano letivo, é normal que as famílias comprem uniformes, mochilas, estojos, livros didáticos e paradidáticos, apostilas, cadernos e material escolar diverso. Mas, o que fazer para que esse momento não represente geração de resíduos em excesso?
Há várias iniciativas, na atualidade, a partir das próprias escolas, entidades assistenciais e mesmo do comércio que podem contribuir com esse processo.
Nas escolas, há troca ou doação de uniformes em bom estado para crianças menores – movimento que pode também partir de associações de pais ou simples contato entre as famílias dos estudantes.
O mesmo vale para livros didáticos e paradidáticos. Mas, muitas vezes, apostilas não podem ser doadas ou trocadas, porque estão preenchidas, cheias de anotações. Nesses casos, a atitude correta é encaminhar o material para reciclagem.
Para saber quando a coleta seletiva é feita em seu bairro, basta acessar o site ecourbis.com.br e conferir o dia da semana e horário na aba “Horário da Coleta”. A Ecourbis Ambiental é a concessionária responsável pela coleta de resíduos nas zonas sul e leste da capital paulista.
Cadernos podem ser também encaminhados para a coleta seletiva ou trocados por descontos em algumas lojas que garantem a reciclagem do papel.
Esse processo que se repete a cada início de ano pode e deve servir como momento de conscientização das crianças sobre a importância de reduzir a geração de resíduos e praticar a solidariedade com doação de itens.
Assim, sempre que possível, deve haver reaproveitamento de mochilas, lancheiras, estojos e itens como lápis, canetas, borrachas, apontadores, réguas e outros materiais de uso cotidiano. Caso a família decida ou seja necessário comprar novo material, a atitude correta é doar os itens ainda em bom estado de uso e conservação.
Há várias entidades assistenciais e beneficentes que recebem materiais escolares para revenda em bazares ou doação para crianças de famílias carentes e que não têm condições de comprar. Outra boa proposta e que tem se tornado comum são as feiras de trocas. Há algumas que acontecem em espaços culturais – como a Casa das Rosas, na Avenida Paulista – mas também podem ser organizadas por condomínios, escolas, paróquias e grupos de vizinhança.


