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Projeto de professora do Jabaquara vai inspirar programa em toda rede municipal de ensino

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A professora Debora Garofalo, selecionada pelo Global Teacher Prize como um dos dez melhores professores do mundo, tornou-se inspiração para um projeto que vai ganhar a cidade toda.
Debora foi indicada ao prêmio por conta de um projeto na Escola Municipal Ary Parreiras, na Vila Babilônia, bairro do distrito Jabaquara. Ela ensinou robótica às crianças a partir da transformação de itens recicláveis, sucata, lixo eletrônico.

Essa semana, o prefeito Bruno Covas visitou a EMEF Almirante Ary Parreiras, onde honenageou a professora Garofalo e anunciou o Programa “Fazendo Futuro”.

Por meio da Secretaria Municipal de Educação, o programa prevê o repasse de R$ 1,9 milhão para as escolas públicas paulistanas adquirirem itens práticos para as aulas de tecnologia, como: pilhas, baterias, motores, sensores, interruptores, potenciômetro, Led, resistor e Black board.

Também foi iniciada a entrega de impressoras 3D para 583 Laboratórios de Educação Digital, Experimentação e Aprendizagem. O investimento para esses equipamentos foi de R$ 3,8 milhões.Também foi anunciado do repasse de R$ 600 mil para reformas nesta escola.

“A escola não pode apenas combater o analfabetismo, mas também combater o analfabetismo digital e combater o fato de muitas vezes você ter um aluno digital em uma escola analógica. A escola não pode ficar no século passado, precisa entrar no século XXI e essa área de tecnologia e informática é a forma pela qual tornamos as escolas ainda mais atrativas para os alunos”, disse o prefeito
“Desde 2018 quando incluímos no currículo escolar da rede municipal a aprendizagem de informática a cidade de São paulo já vem demonstrando bons resultados. Poder enviar uma professora pra um concurso internacional mostra o quanto nós estamos em um caminho que o mundo quer seguir”, destacou Covas.

“Perebemos que os equipamentos de robótica foram transformadores, mas as escolas criam e avançam rapidamente, como vimos em várias unidades que usam sucata para protótipos, por isso, as unidades de ensino optaram pela liberdade de criar”, afirma João Cury, secretaria municipal de educação.

A rede conta com vários exemplos exitosos desse programa, sendo um deles a professora Débora Garofalo. “Sempre acreditei no uso da tecnologia como forma de educar, o trabalho continuará agora com um foco maior nas especificidades da minha região”, afirma Garofalo. Com o projeto Robótica com Sucata, a docente e seus alunos já retiraram das ruas da Vila Babilônia mais de 1 tonelada de inservíveis que se tornaram matéria prima para os robôs criados pelos alunos.

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Sandra Alves de Souza

    4 de maio de 2019 at 13:08

    Muito orgulho estudei aí…meus parabéns professora

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