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Trânsito

Pedestres na região ainda sofrem com falta de faixa de segurança

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A Companhia de Engenharia de Tráfego está promovendo uma campanha na cidade para valorizar o pedestre e estimular os motoristas a pararem perante a faixa de segurança. Mas, boa parte das ações realizadas  com orientação dos agentes ainda se concentra no centro da cidade, onde ocorrem mais problemas.

Na região, entretanto, são frequentes as queixas de leitores referentes à falta de sinalização adequada e também sobre o desrespeito dos motoristas à prioridade de quem está a pé.

“Como a CET pode pedir para que os motoristas respeitem a faixa de pedestres se não há faixa de pedestres no bairro?” critica, há meses, um morador de Mirandópolis.

Parece que as queixas, encaminhadas pelo São Paulo Zona Sul à CET, começam a surtir efeito. A empresa tem investido na sinalização do bairro, com repintura da faixa de segurança em vias como Pitangueiras, Pirituba e várias outras travessas e transversais da Avenida Jabaquara.

Mas, moradores de outros bairros também se queixam.  O engenheiro José Roberto Muratori, que tem casa na Cidade Vargas. “Tenho recorrido a inúmeros orgãos publicos (Subprefeitura, CET, PM, etc..) relatando a condição de abandono da maioria das faixas de pedestres da região, todas apagadas há muito tempo”, diz ele.

O leitor conta que se depara diariamente com pessoas correndo o risco de serem atropeladas e cita exemplos de lugares movimentados da região, como a entrada do metrô, na confluência da rua dos Jornalistas com Nelson Fernandes. “Além do metrô e do terminal rodoviário, temos ali duas grandes agencias bancárias e intenso comércio”, retrata.

O leitor não critica apenas a falta de faixas de segurança, mas também a inexistência de um semáforo para pedestres em área tão movimentada.  “Muitas vezes temos viaturas da PM no local que fazem o seu trabalho preventivo , também temos agentes do CET multando estacionamento irregular, mas ninguém se preocupa com a segurança dos mihares de pedestres”, critica.

Por dentro do bairro a situação é ainda pior, aponta Roberto. “Todas as faixas estão apagadas. No momento que a Prefeitura faz campanhas para diminuir o risco de atropelamento, esta situação é no minimo inaceitável”.

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