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Meio ambiente

Grupo Escoteiro incentiva autonomia e contato com a natureza há 47 anos

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São quase 50 anos de história! Os primeiros encontros de pessoas interessadas em montar um grupo escoteiro no Planalto Paulista aconteceram em um distante fevereiro de 1968, na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes por convite do próprio vigário da época, o padr. Antonio Poreceda.
O tempo passou, mas os ideias continuaram os mesmos. E até hoje o bairro do Planalto Paulista sedia os encontros do Grupo Escoteiro – que ganharia o nome de “Piratinis” por conta da alameda em que se localiza a paróquia.
Por mais de quatro décadas, o grupo se reuniu em um terreno cedido pela Igreja na Avenida Afonso Mariano Fagundes. Atualmente, os encontros acontecem aos sábados na Escola Estadual Alberto Levy, no próprio Planalto Paulista.
Ali, a garotada participa programação diversificada, voltada sempre à autonomia, cultura de paz e fraternidade – sempre aos sábados, sempre das 10h às 13h. São jogos, atividades para desenvolver habilidade e técnicas úteis, estimuladas por um sistema de distintivos; incentivo à vida ao ar livre e em contato com a Natureza; além de interação com a Comunidade.
O movimento escoteiro é feito de jovem para jovem, com o a participação de adultos. “Crianças, jovens ou mesmo adultos aprendem a trabalhar em equipe”, explica Milena Valezin, integrante do movimento. Ela conta que o escotismo representa atitudes positivas como o respeito ao próximo, aprender fazendo, independência, a busca de fazer o seu melhor possível. “A ideia é a entrega de um cidadão ético, batalhador e independente para a sociedade. Fazer o certo dentro e fora da sede do Grupo, trabalhar com os pais, mostrar união, estreitar laços e, claro, criar amizades que ficam para a vida toda”, empolga-se.
Aliás, a história de Milena e de vários outros escoteiros se confunde com a história do próprio Grupo Piratinis. “Boa parte da chefia atual foi jovem do grupo. Hoje em dia, temos os nossos antigos chefes sempre nos ajudando – e eles, por sua vez, foram também ajudados pelos que os antecederam”, conta. “O laço que se cria no movimento é muito interessante: dizemos que o escoteiro é irmão dos demais escoteiros e isso é muito nítido: quando você conhece um Escoteiro, mesmo que seja a primeira vez que o vê, o laço é instantâneo”, conclui.
Além dos encontros regulares, o Grupo promove diversas atividades externas. São excursões, acampamentos, interações com outros grupos escoteiros, ou mesmo visitas a museus, peças de teatro, cinema… O objetivo é garantir uma agenda estimulante que priorize a vida ao ar livre e o contato com a natureza, mas também atividades educativas e culturais.
Neste tipo de atividade externa, a presença não é obrigatória. Entretanto, os escoteiros que mais participam evoluem no Grupo. Já nos encontros regulares, vale lembrar que a frequência é uma questão de comprometimento.
Todos são vem vindos: o Grupo é dividido em “sessões”: Lobinho, de 6,5 a 11 anos, escoteiro ou escoteira, dos 11 aos 15, Sênior e Guia, entre 15 e 18 anos, e pioneiro, dos 18 aos 21. A partir dos 21 anos, também é possível entrar no grupo, mesmo que não tenha sido escoteiro durante a infância ou adolescência. “Não há restrições, todos podem participar”, resume Milena.
Vá conhecer! O Grupo se reúne aos sábados, das 10h às 13h, na Escola Estadual Prof. Alberto Levy: Av. Indianópolis, 1570 (entrada pela Alameda Araé). Facebook: www.facebook.com/gepiratinis.

 

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