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Descarte incorreto pode aumentar casos de dengue

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Todo mundo já sabe que a dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegipty já infectado. Ou seja, o mosquito “leva” a doença de uma pessoa para outra.

Em geral, o número de casos aumenta no período chuvoso, quando as larvas do mosquito se formam em água parada e eclodem.

Essa é uma doença que apresenta, habitualmente, comportamento cíclico, com anos epidêmicos (duração de 1 a 2 anos) e anos interepidêmicos, (duração de 2 a 3 anos). O último ano epidêmico, tanto no município como no estado de São Paulo e Brasil, foi o de 2015. Em 2019, último ano epidêmico de dengue na capital, foram registrados 16.815 casos, número 57% maior do que o registrado até o momento em 2021, que é de 7.172.

Mas, justamente essa característica pode significar que o próximo ano seja marcado por novo aumento de casos. Ou seja, é hora de trabalhar para prevenir.

E nesse sentido vale ressaltar que a proliferação do mosquito tem estreita relação com o descarte incorreto de lixo, com o acúmulo de objetos em quintais, com a falta de limpeza rotineira em casas e terrenos.

A primeira ação do munícipe deve ser dentro da própria casa. Não se limite a verificar vasinhos e bebedouros de animais.

É importante também remover objetos esquecidos de quintais e garagens que possam servir de criadouro do mosquito: pneus, recipientes de plástico diversos, objetos quebrados e inservíveis de forma geral.

Uma dica muito importante é manter o lixo – tanto reciclável quanto comum – em lixeiras tampadas. De tempos e tempos, faça a higienização dessas lixeiras e cuide para que não tenham água acumulada.

Mas, não é só em casa que devemos estar atentos. Qualquer descarte descuidado de resíduos em áreas públicas também pode representar a formação de um criadouro para o mosquito.

Especialistas costumam apontar que uma tampinha de garrafa pet pode se tornar uma verdadeira piscina para as larvas.

Assim, só descarte resíduos em papeleiras ou lixeiras e, de preferência, deixe para jogar fora em casa.

Na hora de disponibilizar o material reciclável para coleta seletiva, prefira colocá-lo em sacos bem fechados. Pode misturar latinhas, vidros, papeis e plástico em um só saco.

Não deixe o saco por muito tempo na rua, verificando o horário e data corretos da passagem do caminhão em www.ecourbis.com.br/coleta/index.html, para evitar que esse material seja levado para a enxurrada e comprometa a limpeza pública e também a saúde pública, já que serão formados novos criadouros do mosquito.

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