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Como funciona um aparelho auditivo?

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surdez na terceira idade

Tecnologia avançada garante conforto e eficácia para cada paciente

Sabemos que existem vários modelos de aparelho auditivo cuja variação é em relação a tamanhos, a cores e às especificações, cada uma delas atendendo à necessidade individual do paciente. Mas o seu modo de funcionamento básico é igual em todos eles.

É bem simples. Dentro daquele pequeno objeto, o aparelho auditivo, há uma grande tecnologia desenvolvida através dos seus componentes: o microfone, o chip, o amplificador e o receptor. Mas sem compreender o funcionamento da audição, é inútil entender o funcionamento dos aparelhos auditivos. Se você não o compreende, observe a imagem explicativa sobre a audição humana e/ou assista ao vídeo a seguir que detalha o passo a passo de um aparelho auditivo no processo de audição:

Compreendendo o mecanismo envolvido, podemos entender que a surdez pode ser solucionada de várias formas conforme a sua origem. Dependendo de onde a falha auditiva estiver presente – no ouvido interno, médio ou externo – outras medidas podem ser tomadas além de se obter um aparelho auditivo. Um exemplo disso é a perda auditiva causada pelo mal funcionamento da cóclea cuja função é transformar a energia cinética em impulso nervoso para que o cérebro a receba, através do nervo auditivo, e a interprete como um som musical ou da fala, por exemplo. Se o caso for de grau elevado, o implante coclear será a única tomada de ação eficaz. Chama-se essa perda auditiva de neurossensorial.

No entanto, se a lesão da cóclea não for profunda, o aparelho auditivo capta, através do microfone,  os sons externos e os dados captados são enviados ao chip de processamento. Ali, como o nome evidencia, são analisados, processados e enviados ao amplificador. Depois de serem amplificados, são direcionados ao receptor, responsável pelo envio do som à orelha.

Além de seus componentes, ele possui outras características, variantes entre os seus modelos. Alguns mais tecnológicos podem ser programados para os diferentes tipos de ambiente, pois dependendo de onde se está, o barulho é mais intenso dificultando a compreensão de um diálogo ou até de um teatro ao ar livre. Aqueles que não possuem essa capacidade de programação são mais simples, mas tem o recurso de aumentar e diminuir o volume, o que já é uma grande ajuda para quem o usa.

A orientação profissional para encontrar o melhor modelo para cada caso é imprescindível. Na Audiomag, trabalhamos apenas com aparelhos de avançada tecnologia e alta qualidade e são combinados períodos de teste para garantir eficácia e conforto a cada paciente.

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FONOAUDIÓLOGA Alessandra Herrera

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