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Ecourbis

Aumento da coleta seletiva depende de engajamento

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A cidade de São Paulo conta com ampla infraestrutura para garantir destinação correta para resíduos – recicláveis ou não.

A coleta seletiva já foi universalizada há mais de um ano, o que significa que em qualquer bairro passam as equipes especialmente designadas para a coleta de recicláveis – papel, vidro, metal e plástico. Nas zonas sul e leste da cidade, esse serviço, bem como a coleta tradicional, é realizado pela concessionária Ecourbis. E para saber a data e hora em que cada equipe passa em sua rua, basta acessar o site ecourbis.com.br e conferir na aba Horário da Coleta, indicando o endereço ou CEP.

A cidade também conta com Pontos de Entrega Voluntária para material reciclável em várias vias públicas e praças nos condomínios e em ecopontos. Mais recentemente, foram implantados também contêineres especiais para a coleta de vidro – inclusive cacos! Bem identificados, esses equipamentos na cor amarela estão em várias praças, canteiros centrais, parques e calçadas de bairros das zonas sul e leste.

Para garantir que todo esse processo de coleta tenha resultados efetivos, a concessionária ainda mantém uma Central Mecanizada de Triagem na zona sul de São Paulo, onde há separação dos materiais por tipo, antes de encaminhar para o processo de recilagem. A CMT Carolina Maria de Jesus tem capacidade para triar até 250 quilos por dia.

Ainda em se tratando de reciclagem, a cidade conta com cooperativas de catadores cadastradas e projetos de conscientização ambiental. Nos próximos anos, novas tecnologias serão implantadas para aprimorara a separação dos resíduos que chegam até o aterro sanitário, removendo do lixo comum aquilo que pode ser reciclado.

Como resultado, a cidade de São Paulo é uma das com maiores taxas de reciclagem do país, mas o volume ainda fica aquém do esperado. O que precisa mudar? O engajamento da população.

Estima-se que 40% de tudo que é destinado ao aterro sanitário da cidade poderia ser reciclado. O que falta para a população participar?

Seguir alguns princípios simples pode ajudar: os recicláveis não precisam ser separados por tipo. Basta juntar em uma única embalagem vidros, papéis (não engordurados), metais e plásticos. De preferência, enxágue esses itens antes de ensacar.

Não misture com rejeitos: sujeira doméstica, restos de jardinagem, lixo de banheiro, sobras de comida, nada disso deve ser misturado aos recicláveis. O lixo comum e orgânico deve ir em um outro saco e disposto na calçada para coleta na data correta. Novamente, basta checar no site.

Importante saber também o que não pode ser reciclado: lâmpadas, vidros de remédios, embalagens de comida engordurada, roupas e tecidos, cabos de panela. Alguns outros itens de uso único também não podem ser reciclados, como escova de dente, isqueiros, canetas, hastes de algodão, buchas e esponjas de limpeza.

Para remédios, pilhas e baterias, eletroeletrônicos e pneus há programas específicos de logística reversa. Em geral, pontos no comércio recebem esses itens de volta. E para entulho, móveis quebrados, sobras de jardinagem, equipamentos quebrados, busque os ecopontos. Os endereços estão no site prefeitura.sp.gov.br

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