Jornal São Paulo Zona Sul

Prefeitura promete reforçar defesa da Mata Atlântica

Ao longo das últimas décadas, várias ações resultaram no desmatamento dentro da área urbana da capital paulista. Ainda assim, levantamento feito entre 2015 e 2016 mostrou que, somadas as áreas remanescentes, a Mata Atlântica ainda ocupa quase 1/3 do espaço urbano: agora, a meta é não apenas manter, mas também reestruturar essas áreas remanescentes.

Foram desenhados três corredores nas zonas Sul, Norte e Leste do município, nos quais se encontram os remanescentes mais preservados e relevantes para a manutenção do bioma.

Agora, depois de consulta pública, foram definidas ações em diversos setores:

1. Eixo estruturante;

2. Áreas Protegidas e Sistemas de Áreas Verdes;

3. Educação Ambiental e Participação Social;

4. Fiscalização e Monitoramento;

5. Licenciamento e Compensações Ambientais; e

6. Adaptação às Mudanças Climáticas.

A Mata Atlântica abriga o maior número de espécies ameaçadas de extinção: são 185 vertebrados (69,8%) do total de espécies ameaçadas no país, sendo 118 aves, 16 anfíbios, 38 mamíferos e 13 répteis. Em relação à flora brasileira, das 472 espécies que constam na Lista Oficial de Espécies Ameaçadas de Extinção, 276 (mais de 50%), são da Mata Atlântica.

Para saber mais sobre o Plano Municipal de Preservação e Recuperação da Mata Atlântica, acesse o site especial da secretaria do Meio Ambiente sobre o tema.

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