Jornal São Paulo Zona Sul

Parque Independência fecha por risco de febre amarela

Na mesma semana em que anunciou a reabertura de 30 parques na zona sul e leste da cidade, a Prefeitura foi obrigada a fechar o Parque da Independência, no Ipiranga. Todo o complexo, incluindo a pista de caminhada e corrida, está interditado ao público. Vale lembrar que o Museu Paulista (ou do Ipiranga, como é conhecido) também está fechado por risco de desmoronamento.

O anúncio foi feito na terça, 27, depois de confirmada a causa da morte de um macaco do tipo sagui por Febre Amarela, na região. A reabertura está prevista para 30 dias, prazo que a Prefeitura adotou para que a cobertura vacinal seja ampliada em defesa dos frequentadores do parque.

É preciso que os munícipes se conscientizem de que a única forma de vencermos o vírus da febre amarela é nos vacinarmos. O vírus continua circulando pela copa das árvores e a vacinação é a única maneira de nos protegermos. Antes de ingressar em um parque, espere pelo menos 10 dias após a vacinação”, alerta o secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo de Castro. O prazo de 10 dias é uma recomendação da Secretaria Municipal da Saúde, pois é o tempo necessário para o munícipe estar imunizado contra o vírus, para frequentar os parques sem risco de infecção.

O local terá faixas de alerta com relação ao risco da doença, enquanto a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) intensifica a campanha de vacinação no bairro, por meio da conscientização nas redes sociais. O parque tem previsão de reabertura para o dia 27 de abril, sexta-feira. A recomendação é a de que, neste período, moradores e frequentadores do local que ainda não tenham se vacinado procurem uma unidade de saúde.

Vacinação

Para frequentar qualquer parque municipal, as autoridades aconselham a vacinação, com 10 dias de antecedência. A região sudeste da cidade está com baixa adesão da população e, nesse feriado de Páscoa, haverá mutirão de atendimento nos postos de saúde.

Para receber a vacina, o usuário deverá comparecer à UBS com documento de identificação e, se possível, o cartão SUS e de vacinas. O atendimento será realizado levando em conta a capacidade operacional de cada unidade. “Em caso de alguma unidade receber demanda acima do esperado ou da sua capacidade, poderá recorrer sim à distribuição de senha”, explica Pollara.

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