Um dia a cantora Marina Maiztegui teve um insight: que a música tem o potencial de ser mais do que entretenimento, que a canção carrega em si uma energia poderosa e universal de cura e transformação. Essa ideia norteia todo o trabalho da brasileira de 25 anos que adotou o codinome MÁDAM para subir aos palcos e assinar seus dois primeiros singles recém-lançados, Rise Up e Doers, disponíveis nas principais plataformas de streaming.

Ouça Doers

bit.ly/doers-madam

Há seis anos nos Estados Unidos e radicada há dois em Nova Iorque para aprimorar os dotes com as claves e escalas musicais, ela agora volta ao país natal em janeiro a para uma série de shows em Florianópolis, Santa Catarina, cidade onde essa paulista por nascimento cresceu. Paralelamente prepara disco de estreia que carrega a marca do eletro-pop que faz.

Assista Rise Up:

A voz aveludada e dulcíssima – superlativo difícil de conseguir espaço em um mundo cada dia mais duro – cai como uma luva e aguça a curiosidade do ouvinte que ainda não conhece o trabalho de MÁDAM.  Em Rise Up ela proclama o que pretende com sua música: motivar, inspirar e energizar pessoas. “Meu interesse genuíno é no bem que a música pode trazer”, diz MÁDAM.

MÁDAM é formada em musicoterapia pela e College of Music, uma das instituições de ensino de música mais renomadas do mundo, onde dividiu o palco com músicos legendários como Marcos Valle, Seu Jorge, Susana Baca, Julio Iglesias e Alejandro Sanz. Não à toa, aplica o conceito benéfico dessa ciência em sua canção, o que a torna uma artista completa e estimulante para quem curte desbravar o universo de novos artistas.

Atualmente, MÁDAM trabalha no remake de ‘Roseane’, no CBS Studios, em Los Angeles, seriado que foi sucesso nos anos 1990 e estreia em 2018 nova versão.

Morar e observar Nova Iorque ajudou a artista a moldar o conceito de seu trabalho. MÁDAM conta que a batalha diária e o esforço de quem tenta ganhar a vida na maior cidade do mundo e faz a metrópole girar, a inspirou ainda mais a levar mensagens de incentivo e força. Por isso, a cidade dos táxis amarelos é também cenário do clipe de Rise Up.

“Me dei conta de que queria que as pessoas aproveitassem o significado mais profundo de uma música mesmo que em outro idioma que não entendam, que sentissem por empatia e de forma emocional esse espírito, então comecei a escrever música com significado para além do entretenimento e a ver resultado nisso. As pessoas tem uma conexão mais pura com a música dessa forma”, completa MÁDAM.

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